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The Boys 2ª Temporada | Crítica

Chegou ao fim a segunda temporada de The Boys, série da Amazon Prime Video que atingiu o ápice de popularidade durante o seu segundo ano. Alcançando um novo público que mal conhecia a série ou a HQ, ou aqueles que já vieram desde o ano passado, a série conseguiu mostrar que é uma das melhores do momento, e foi capaz de melhorar aquilo que já era bom.

Dando continuidade a saga dos supers da Vought e a luta da vida real de cada um deles, a segunda temporada acentua ainda mais o confronto entre Billy Butcher e Os Sete, motivado pelo passado devastado de Billy. Como soubemos no fim da primeira temporada, o Capitão Pátria se relacionou com a mulher de Butcher, e teve com ela um filho, Ryan, a primeira criança nascida com poderes.

Outra trama que também é desenvolvida é a origem dos supers. Em The Boys, nada acontece como conhecemos normalmente de outras histórias de super-heróis, mas aqui tudo é originado de forma corrupta e selecionado: o composto V. Desenvolvido pela gigantesca Vought, a segunda temporada explora sobre as origens do composto, e como os supers atuais tiveram acesso a ele, principalmente Luz Estrela, a última super a fazer parte dos Sete.

Para acrescentar as duas tramas , temos excelentes aquisições no elenco. Giancarlo Esposito é Stan Edgar, um dos nomes mais fortes da Vought e principal responsável por ser antagonista aos planos do Capitão Pátria, tendo que colocar o ego do super nos eixos, assim como lidar com a crise pela retaliação da população pelo composto V. Colby Minifie já estava na primeira temporada, mas na segunda ganha uma relevância ainda maior no papel de Ashley, que é praticamente uma babá de todas as ações dos supers, em prol de que todas as ações sejam cumpridas de acordo com que a Vought determina.

Porém, o maior acréscimo da segunda temporada sem sombra de dúvidas vai para Aya Cash, no papel de Tempesta. A super que chega para fazer parte dos Sete depois do banimento de Profundo, dá o que falar durante a temporada, seja pelo confronto com o Capitão Pátria, suas origens desconhecidas e a sua relação com a Vought. A personagem é responsável por protagonizar duas das melhores cenas da temporada, e ao meu ver é a mais relevante de todo elenco.

Justiça seja feita ao elenco da primeira temporada, todos sem exceção tem um desafio ainda maior no segundo ano, e entregam o que de melhor têm em questão de atuação. Destaques para o asqueroso Capitão Pátria, protagonizado por Antony Starr que merece todos os prêmios possíveis pelo brilhante papel. Se você vê Antony na rua, tem vontade de dar um murro no meio da boca pelo patife que é Capitão Pátria, e se mostra ainda mais na segunda temporada.

Outro ponto muito forte é Kimiko. A calada e misteriosa super protagonizada por Karen Fukuhara, tem uma relevância maior na segunda temporada, aonde conhecemos mais sobre suas origens e sobre seus poderes. O carisma da atriz nos bastidores nem se assemelha a personagem fria e calculista que nos é apresentada, mostrando que de fato é um show de atuação.

The Boys trouxe uma trama bem mais madura, e de fato se consagra como um dos maiores sucessos, se não o maior, da Amazon Prime Video. Ficamos ansiosos pelo retorno na terceira temporada, afinal a luta contra a injustiça, preconceito, racismo e afins, seguirá sendo abordada cada vez mais!

Pontos positivos
Atuações incríveis que superaram o primeiro ano
Maturidade maior da trama
Grandes viradas na história, e todos os plots muito bem entregues
Final da temporada mostra que a série ainda tem muito tempo para crescer
Pontos negativos
Queremos mais episódios!
10
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