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Review | Vikings S05E01 e S05E02

 

Ela voltou! Nossa série amada! Neste dia 30 de novembro ela estreou sua quinta temporada. Muito se questionava sobre a sua qualidade, agora, pós Ragnar. Ela manteria o nível e a atenção dos fãs sem o nosso carismático e meio louco líder Viking? O trailer já deixou muitos de nós (eu, inclusive!) com o hype lá no alto, mas ainda assim era um recomeço. E a maior história da expansão nórdica iria começar a ser contada.

Em um episódio duplo de 1 hora e 26 minutos de duração (tirando os comerciais), a série deu um excelente pontapé inicial! Em vez de começar com a briga entre irmãos pela morte de Sigurd ou entre Ivar e Lagertha por Aslaug e Kattlegat, ela separou os focos, como se fossem várias histórias em uma. E isso deu muito certo!

Para começar, entre os filhos de Ragnar, Bjorn já começa deixando os irmãos em busca de novas terras e riquezas no Mediterrâneo. Há uma guerra fria entre Ivar e, principalmente, Ubbe. O “Sem Ossos” parece muito arrependido pelo que fez com Sigurd, e Ubbe não parece nem perto de perdoá-lo. Mas tudo é deixado de lado quando Ivar, que é um excelente estrategista, propõe que invadam a cidade de York, para terem uma fortaleza à beira de um rio e próximo ao oceano.


As cenas da invasão de York são bem pesadas e retratam muito bem a violência dos vikings. Podemos ver o quão frio e cruel é Ivar quando ele mata de maneira sádica o bispo de York, enfiando ouro derretido em sua boa e arrastando seu corpo com um cavalo. Cenas para quem tem estômago forte…


Falando em Bispo, começamos a conhecer o bispo Heahmund. Foi uma boa introdução de personagem, pois percebemos o quanto ele é confuso entre sua fé e o seu desejo de violência e sexo. Com certeza ele baterá de frente com Ivar, no futuro, e vamos ver muito sobre ele ainda! Nós, fãs de Jonathan Rhys Meyers desde The Tudors agradecemos. A parte mais importante de seu núcleo no episódio foi ele descobrir que o Rei Ecbert enganou os nórdicos sobre as terras e que Aethelwulf era o novo rei.


Já Aethelwulf e Judith continuavam refugiados e Alfred muito doente (Pausa para ressaltar que o filho mais velho deles é apenas um figurante na série). Enquanto os dois conversam sobre o filho de Athelstan estar morrendo, ele sai da casa e caminha pelo rio, achando estar vendo o falecido padre até que desmaia e quase se afoga. Ao voltar a si conta aos pais que os nórdicos estão em York e que eles precisam ajudar o seu povo. What?????


No núcleo de Kattlegat, o Rei Harald chega pianinho, cheio de boas notícias, tentando agradar a (deusa) rainha Lagertha (que provavelmente tem algum acordo com Freya para não envelhecer e continuar maravilhosa). Mas nossa diva saca qual é a dele, já que o comparsa dele já tinha dado com a língua nos dentes, lá no fim da quarta temporada, e o prende para ter mais informações.


No “interrogatório” ele diz que tentou tomar Kattlegat porque estava apaixonado, mas que agora não estava mais porque a rainha tinha o enganado e se casado com um príncipe dinamarquês. Disse que queria formar uma aliança com Lagertha e casar-se com ela. Aí nossa diva puxa uma faca, pergunta a ele quem ele pensa que é, monta nele e deixa o bichinho frustrado… Mas considerando que todo mundo que transa com ela morre, podemos dizer que ele teve sorte e que só está meio morto.


Mas, não ter matado Harald pode ter sido um erro para nossa deusa. Ele foge e leva Astrid com ele, já se fazendo de Bachelor, e propondo casamento para a amante de Lagertha também. Bem, Michael Hirst já nos mandou esperar uma batalha incrível nesse núcleo, então, estamos aguardando!
E o que falar do nosso amado Floki? Arrasado pela morte da sua (e nossa) querida Helga, ele decidiu partir sozinho, deixando o oceano leva-lo. Jogou fora todos os instrumentos de navegação e apenas seguiu o destino. E nos levou até uma das paisagens mais lindas que já vimos na série. Encantando e achando estar vendo a água de uma cachoeira seguir o curso contrário, Floki achou estar em Asgard, morada dos Deuses, mas na verdade é a Islândia.


A título de curiosidade, esta locação é a mesma usada na sétima temporada de Game of Thrones. Só de olhar já dá para saber por quê, né?


Enfim, foi um excelente começo e confesso que não senti falta do nosso querido Ragnar nem por um momento. Que continue assim, pois é, sem dúvida, uma das melhores séries da atualidade.

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