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Luigi’s Mansion | O Mario verde caçando fantasmas

A princesa foi sequestrada pelo Bowser e mais uma vez o o encanador bigodudo de boné vermelho tem que salvá-la, correto? ERRADO!

Dessa vez o Mario é dado como desaparecido e nosso bravo e corajoso (só que não) Luigi segue os rastros do seu irmão e descobre seu paradeiro em uma mansão mal assombrada. Com a ajuda do maluco professor E. Gadd, Luigi precisa caçar todos os fantasmas da casa para abrir novos cômodos e áreas da tenebrosa mansão.

Falando um pouco da jogabilidade, o professor dá uma espécie de aspirador de pó pro Luigi chamado “Poltergust 3000”, que ele utiliza pra sugar os fantasmas. Luigi carrega consigo uma lanterna, que é usada pra iluminar as áreas e principalmente para deixar a mostra o coração das assombrações, Luigi precisa deixar o coração  a mostra antes de conseguir suga-lo com seu Poltergust. Além desses 2 itens, o Luigi carrega também um Game Boy modificado chamado “Game Boy Horror”, que serve como mapa e também como um explorador Interespectral, utilizado pra descobrir segredos dos fantasmas e da mansão, além de servir como visão em primeira pessoa.

O mais legal é a criatividade nos fantasmas e puzzles do jogo, tem fantasma bebê que joga brinquedo em você, fantasma velhinha do tricô que você tem que usar os rolos de lã contra ela, fantasma jogador de sinuca, fantasma pintor onde suas obras de arte criam “vida” e te atacam e mais uma infinidade de fantasmas únicos. Além desses fantasmas únicos, temos também fantasmas genéricos, que te perseguem pelos corredores escuros e salas recém descobertas. Os Boos estão presentes, e caça-los te trás uma recompensa grandiosa no jogo!

O jogo tem o poder de trazer aquele ar de aventura da sessão da tarde, como se eu estivesse vendo Caça Fantasmas, Goonnies, ou alguma releitura de Stephen King. É claro que a mão de Shigeru Miyamoto na produção traz esse toque mágico que os jogos da Nintendo tem até hoje, e que sinto falta nos jogos de outros consoles.

A sonorização é ótima, enquanto você está passeando na mansão os fantasmas ficam murmurando a música tema, ou assobiando, trazendo um clima bem creepy. Você escuta claramente os passos do Luigi, e só entra uma música mais agitada quando você está batalhando com os fantasmas genéricos que te atacam nos corredores.

Os gráficos são excelentes pra época de lançamento, o estilo de arte adotada no jogo não o deixa envelhecer mal, e você consegue jogar hoje em dia sem causar estranheza, um feito ótimo pra um jogo de GameCube e de 16 anos atrás. Não é o melhor gráfico do console, principalmente se compararmos com Super Mario Sunshine e Resident Evil 4, mas faz seu trabalho com competência.

Eu tenho jogado MUITA coisa atual, mas esse jogo conseguiu prender minha atenção de maneira tão especial que resolvi trazer aqui pro site. As análises de lançamentos continuam a todo vapor, mas vamos trazer sempre uma pérola ou outra dessas.

A princesa foi sequestrada pelo Bowser e mais uma vez o o encanador bigodudo de boné vermelho tem que salvá-la, correto? ERRADO! Dessa vez o Mario é dado como desaparecido e nosso bravo e corajoso (só que não) Luigi segue os rastros do seu irmão e descobre seu paradeiro em uma mansão mal assombrada. Com a ajuda do maluco professor E. Gadd, Luigi precisa caçar todos os fantasmas da casa para abrir novos cômodos e áreas da tenebrosa mansão. Falando um pouco da jogabilidade, o professor dá uma espécie de aspirador de pó pro Luigi chamado "Poltergust 3000", que ele…
Dessa vez o Mario é dado como desaparecido e nosso bravo e corajoso (Só que não) Luigi segue os rastros do seu irmão e descobre seu paradeiro em uma mansão mal assombrada.

Luigi's Mansion | Game Cube (2001)

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Dessa vez o Mario é dado como desaparecido e nosso bravo e corajoso (Só que não) Luigi segue os rastros do seu irmão e descobre seu paradeiro em uma mansão mal assombrada.

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Bruno Sena
Campeão dos 100M rasos em séries da Netflix. Fã de quadrinhos, principalmente do Superman. Carioca, curte uma cerveja gelada no fim de semana, enquanto prepara seu plano de dominação mundial.