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Crítica | O Predador (2018)

O Predador

Eu me lembro bem o que comentei com meus amigos e colegas de site sobre o novo filme do Predador, na época havia somente um poster com uns Raios formando o rosto do caçador intergalático, e eu tava bem desesperançoso pro filme. Primeiro por achar que seria um reboot, de uma série tão popular e importante pra cultura pop. Segundo por causa dessa última leva de reboots com qualidade duvidosa e que mudam o conceito dos personagens no cinema.

Felizmente o filme de Shane Black é o oposto de tudo isso, o filme se passa nos dias atuais e é uma continuação dos outros filmes. E ele consegue fazer muito mais do que simplesmente ser um filme genérico de alienígenas, ele é um filme genérico de ação e alienígenas dos anos 80/90. Ponto para o Shane Black e pros roteiristas que conseguiram acertar no tom do filme. Evitando dar o máximo de spoilers sobre a trama, Mckean é um Sniper capitão do exército americano que acaba tendo contato com o Predador em uma de suas missões e acaba sendo colocado junto com outros lunáticos do exército para ser esquecido e taxado como louco. O problema é que o Predador ataca a instalação que eles estão, e eles precisam se unir com uma cientista para sobreviver e salvar Rory, que é o filho autista de Mckean que acabou envolvido em toda essa confusão.

Quem conhece os outros filmes do diretor, sabe como ele é bom com diálogos e interações de personagens, vide os Máquina Mortífera, então espere diálogos rápidos e engraçados, principalmente entre os militares lunáticos. A interação dos caras é tão boa, que você fica em dúvida se quer continuar vendo toda a ação do Predador, ou se quer continuar ver os caras se tornando bons companheiros. Outro ponto alto da trama foi manter a fidelidade do Predador, tanto visual, quanto o seu modus operandi. Temos até a clássica cena da caçada na selva, coisa que não poderia faltar. 

Nos quesitos técnicos, o filme também acerta em cheio, sua trilha sonora, composta por Henry Jackman, deixa de lado aqueles sons digitalizados e padrões do cinema de ação, e trabalha com uma trilha orquestrada com temas inspirados nas trilhas dos filmes anteriores. Em alguns momentos os tons mais altos e metálicos me lembraram John Williams, o que é uma excelente referência. Os efeitos especiais são excelentes no que se propõem salvo uma exceção que vocês vão perceber ao assistir, e eles parecem terem mesclado uma boa quantidade de efeitos práticos com efeitos digitais. O 3D do filme é meio dispensável, e serve mais pra dar profundidade nas cenas, principalmente nas sessões IMAX, que foi como eu assisti.

O Predador é o filme do Predador que eu não esperava, e acerta em cheio em todos os aspectos do personagem. É aquele Blockbuster de ação que não sai no verão por ser para maiores de 18 anos, e essa classificação indicativa é bem aproveitada pelo filme para fazer muito gore. Se você é fã do personagem, ou gosta de filmes que mesclam ação e horror, encontrou o seu favorito do ano.

Eu me lembro bem o que comentei com meus amigos e colegas de site sobre o novo filme do Predador, na época havia somente um poster com uns Raios formando o rosto do caçador intergalático, e eu tava bem desesperançoso pro filme. Primeiro por achar que seria um reboot, de uma série tão popular e importante pra cultura pop. Segundo por causa dessa última leva de reboots com qualidade duvidosa e que mudam o conceito dos personagens no cinema. Felizmente o filme de Shane Black é o oposto de tudo isso, o filme se passa nos dias atuais e é…
O Predador é o filme do Predador que eu não esperava, e acerta em cheio em todos os aspectos do personagem. É aquele Blockbuster de ação que não sai no verão por ser para maiores de 18 anos, e essa classificação indicativa é bem aproveitada pelo filme para fazer muito gore. Se você é fã do personagem, ou gosta de filmes que mesclam ação e horror, encontrou o seu favorito do ano.

Crítica | O Predador (2018)

Direção
Roteiro
Efeitos Especiais
Trilha Sonora
Fotografia / Direção de Arte

ESPADAS

O Predador é o filme do Predador que eu não esperava, e acerta em cheio em todos os aspectos do personagem. É aquele Blockbuster de ação que não sai no verão por ser para maiores de 18 anos, e essa classificação indicativa é bem aproveitada pelo filme para fazer muito gore. Se você é fã do personagem, ou gosta de filmes que mesclam ação e horror, encontrou o seu favorito do ano.

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Bruno Sena
Campeão dos 100M rasos em séries da Netflix. Fã de quadrinhos, principalmente do Superman. Carioca, curte uma cerveja gelada no fim de semana, enquanto prepara seu plano de dominação mundial.