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Como Treinar o Seu Dragão 3 | Crítica

Acho que nunca estamos prontos para se despedir de personagens que nos aprisionam no coração e criam aquele quentinho, cheio de amor <3. E foi com esse sentimento que fui para o cinema dar adeus a Como treinar seu Dragão 3, a maior parceria já vista, em animações da DreamWorks .

O filme relata as dificuldades de crescer e as expectativas que existem, ainda mais para quem é o líder da Aldeia. Obrigações como casamento X.x, proteger a Berk, proteger os dragões e salvar os dragões são persistentes na cabeça de Soluço.

Ele cresceu, a trama se passa 1 ano após o segundo filme e vários flashbacks acontecem durante a animação, onde solução relembra como seu pai era como líder. Aquele sentimento de saudade do pai existe e é forte.

Se o soluço cresceu, imagina o Banguela. Agora ele é alpha de todos os dragões e está difícil controlar Berk com tantos dragões resgatados. Coisas que antes pro nosso dragão querido não faziam sentindo, agora fazem, principalmente depois de descobrir que existe uma fêmea da sua espécie – A linda Furia da Luz.

No decorrer da trama acompanhamos os interesses amorosos do Banguela e o amadurecimento da relação do Soluço com a Astrid – mesmo com a pressão que a Berk está fazendo para que os dois se casem logo!

O vilão dessa vez é Grimmel, um caçador de dragões com um objetivo desde a infancia: Erradicar a existência dos Furia da Noite. Ele é astuto e muito estratégico e jogará cada peça do xadrez até conseguir o que quer.

Apesar de ter esse sentimento de adeus, o filme tem sua narrativa muito bem fluída, não é forçada e nos transporta para Berk.

Posso falar que o adeus ao Soluço e o Banguela renderam algumas chuvas de lágrimas durante a sessão, mas me senti completamente feliz com o desenrolar do desfeixo desses dois lindinhos.

E aí e vocês assistiram? Gostaram da animação? Queriam mais assim como eu? Comentem aqui <3

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