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Assassin’s Creed – A História que está faltando

Assassin’s Creed com certeza é uma das franquias de jogos eletrônicos que mais cresceu e ganhou relevância na última década, tendo alcançado a incrível marca de 11 jogos da linha principal, além dos três belíssimos Chronicles, para consoles e PCs, além de uma quantidade imensurável de jogos mobiles e para consoles portáteis. E uma característica que sempre foi muito marcante para os jogos da saga, sendo, inclusive, seu alicerce fundamental, são as viagens para o passado.

Cada jogo da franquia é uma deliciosa viagem no tempo, em que somos apresentados a personagens fantásticos de nossa história, como Leonardo Da Vinci, Sócrates, George Washington, dentre tantos outros, e a cenários deslumbrantes, como a maravilhosa Grécia Antiga de Assassin’s Creed Odyssey, o misterioso Egito de Origins, os perigosos mares caribenhos de Black Flag, até a majestosa renascença italiana de Assassin’s Creed II.

Agora, o título mais recente da franquia, anunciado na última semana, promete nos levar até os magníficos portões de Valhalla! Sendo uma das temáticas mais imploradas pelos fãs, a Ubisoft decidiu atender esse desejo dos apaixonados pela franquia e pela história, presenteando-nos com esse lançamento que nos permitirá viver as mais incríveis histórias na pele do poderoso Eivor, no meio da Noruega Viking, passando inclusive pelas terras inglesas.

Apesar de tantas temáticas e momentos históricos incríveis, é certo que nos mais de 5.000 anos de existência da história da humanidade, ainda há muito pano pra manga pra dona Ubisoft lançar novos jogos da saga Assassin’sCreed, e com o auxílio de alguns membros do time Dinastia, montamos uma singela listinha de exigências sugestões de momentos históricos pra dona Ubi explorar nas próximas aventuras da franquia. Confere aí:

1 – A Queda de Constantinopla

A humanidade já passou por diversas guerras ao longo de sua história, e não há dúvidas de que uma das mais marcantes batalhas foi o cerco a Constantinopla liderado por Maomé II e suas tropas Otomanas. Dentre batalhas com canhões gigantescos capazes de derrubar muros como se fossem feitos de papel, a estratégias geniais de carregar navios de guerra por estradas de rolagem construídas no solo para enganar a marinha bizantina, teríamos ainda a presença de personagens extremamente interessantes e complexos, como o próprio Maomé II, que com apenas 21 anos de idade conseguiu derrubar um dos impérios mais importantes que já caminhou pela Terra.

Além dele, temos Giovanni Giustiniani e suas tropas genovesas, responsáveis por inúmeras vitórias a favor dos Bizantinos até o ataque derradeiro dos Otomanos. Não há dúvidas de que o título seria um prato cheio para os fãs, já que naquela época também houve uma enorme intriga política, especialmente durante a adolescência de Maomé II.

2 – Os Impérios Africanos

A África é o berço da humanidade, e como tal, é nela que encontramos alguns dos impérios mais incríveis que a história já viu, como o Império Zimbábue, conhecido pela grande quantidade e complexidade de construções características, além do império Songai, conhecido pelo poderio bélico de seus arqueiros. Além disso, as tradições culturais e religiosas da África são extremamente ricas, podendo facilmente transformar o continente em um verdadeiro palco para um jogo que poderia ser um dos maiores da franquia, especialmente se fosse elaborado na pegada dos títulos Origins e Odyssey, que levam uma pitada a mais de magia e outros elementos místicos em sua fórmula.

Evidente que um ponto chave da história do jogo poderia ser da luta do protagonista para liberar seu povo das garras dos traficantes de escravos invadindo o continente, com a coalisão de impérios para expulsar esses monstros.

Vale lembrar que já tivemos um personagem de Assassin’s Creed que havia se libertado de traficantes de escravos, e que agora se dedicava a caçá-los. O nome dele é Adewale, um dos mais complexos e interessantes membros da ordem dos assassinos apresentados até hoje, e que inclusive protagonizou um standalone chamado Freedom Cry. Seria interessantíssimo rever mais da história desse personagem em uma participação no título que estamos imaginando aqui.

3 – O Japão da era Meiji

Katanas, samurais, combates épicos, intrigas políticas e algumas flores de cerejeira. Temos aí os elementos de um épico oriental. A conversão do Japão Feudal e os Xogunatos para a era Meiji é um dos momentos históricos mais presentes no imaginário da comunidade geek, muito devido ao filme O Último Samurai com Tom Cruise (pois é….).

Fato é que esse período seria a ambientação perfeita para o tão sonhado Assassin’s Creed do Japão. Tramas políticas, dramas culturais e uma enorme sensação de busca por liberdade seriam as pedras de toque nesse título, além, é claro, das batalhas com katanas.

Além de tudo, esse é o ambiente perfeito para imaginarmos o stealth do jogo sendo elevado a um novo nível. Lembre-se que ninjas existiram até o Xogunato Tokugawa, último Xogunatu antes da Era Meiji, o que daria espaço para a aparição (ou não) deles no game.

4 –Guerra do Paraguai

A Guerra do Paraguai foi o maior conflito bélico já registrado na América Latina, e tinha de um lado o país que leva o nome do confronto, e do outro uma aliança composta por Brasil, Argentina e Uruguai. O principal motivo do entrave era a fronteira entre os países e a liberdade naval nos rios platinos.

Evento também cercado de intrigas políticas, seria um prato cheio para os fãs brasileiros, já que teríamos um game ambientado não só no Império Brasileiro, mas também nas terras de diversos outros países sul americanos. Aliás, a Guerra do Paraguai foi um dos eventos mais dramáticos vividos no continente americano, já que resultou na quase anulação de um país, deixando um número imensurável de vítimas dos dois lados do conflito. O game poderia abordar não o confronto em si, mas sim as consequências deixadas por ele em cada um dos países envolvidos.

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