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Faro Editorial | Lançamentos Julho 2020

Olá guerreiros do apocalipse, estão prontos para mais uma aventura?

Neste mês, a Faro traz o terceiro volume das aventuras de Jack Sullivan e também sobre as ameaças a democracia, o próprio apocalipse tupiniquim. Confira!

Os últimos jovens da Terra – O Rei dos Pesadelos
Max Brallier, com ilustrações de Douglas Holgate
272 páginas | Compre o seu aqui (Pré-venda)

Jack Sullivan e seus três amigos sobreviveram ao apocalipse e a grande ameaça cósmica que estava fazendo os zumbis sumirem. Agora Jack, Quint, June e Dirk seguem suas aventuras, acreditando que são os únicos humanos sobreviventes desse desastre, mas algo inesperado acontece e pode  mudar tudo o que acreditam dessa nova realidade. Prepare-se! Uma nova aventura está prestes a começar!

Em “O Rei dos Pesadelos” vamos acompanhar Jack, um garoto de 13 anos, e seus colegas de escola, que moram numa casa na árvore, jogam videogame, tem amigos monstros, enfrenta batalhas zumbis regularmente, e lidam com essas aventuras como se estivessem num jogo de videogame! 

Mas ele e seus amigos estão sendo caçados por um monstruoso Rei dos Pesadelos,  e um mal antigo que não descansará até que a Terra seja devorada. Talvez a vida pós apocalipse seja mais complicada do que Jack pensava …

Com um enredo que vai além da aventura, abordando temas como bullying, abandono familiar, igualdade de gêneros, valorização da ciência, perdão, amizade e união, a série “Os últimos jovens da Terra” tem se destacado desde o primeiro volume. A terceira temporada pela NETFLIX, com a história antecipada nesse volume, chegará ao streaming último trimestre desse ano. 

Democracia Ameaçada
Joshua Wong
208 páginas | Compre o seu aqui (Pré-venda)

Era com esse cumprimento matinal que o ativista de Hong Kong, Joshua Wong começava seu dia durante seu confinamento na prisão de Pik Uk. Esse foi o preço que o jovem pagou por lutar por seus direitos, por sua busca por liberdade de expressão, por gritar por democracia. Seu erro foi bater de frente com um gigante, Pequim, e o governo comunista que está a passos largos para assumir o controle por Hong Kong e destruir tudo aquilo pelo qual Hong Kong se tornou uma potência economia e de qualidade de vida, com liberdade. 

Joshua Wong é uma das grandes vozes pró-democracia de Hong Kong. Parte manifesto e parte memórias, “Democracia Ameaçada” é um chamado em defesa da democracia e das liberdades individuais, não apenas em Hong Kong, mas em todos os países onde esse direito está amplamente ameaçado.

Joshua Wong iniciou um movimento em Hong Kong muito jovem, aos 14 anos, quando criou o grupo estudantil Scholarism, que iniciou um forte movimento contra as novas leis que a China desejava implantar em Hong Kong em 2011. O que parecia um movimento juvenil, e que foi retratado no documentário “Joshua: adolescente x superpotência” da Netlfix, ganhou corpo e foi o cabeça da “Revolução dos guarda-chuvas” de 2012, conhecida também como a Primavera Asiática, um dos maiores protestos a favor da liberdade em território chinês.

Joshua, hoje aos 23, é uma das vozes mais contundentes contra a unificação de China e Hong Kong, lutando pelos direitos democráticos de seu território e contra a inserção de um sistema comunista que deseja implantar na educação o mesmo formato promovido pelo Partido comunista Chinês. 

Para entender o problema

Hong Kong, colônia britânica até 1997, foi devolvida à China sob a condição de ser um território de economia e políticas livres por 50 anos, seguindo a lei “um país, dois sistemas”, mas essa autonomia começou a ser ameaçada com a ideia de que em 2047, Hong Kong será totalmente anexada a China Comunista,  que vem descumprindo as regras e começou a executar ações antidemocráticas, extraditando pessoas para prisões da China, estabelecendo novas propostas para as escolas de Hong Kong, trocando o peso de disciplinas educacionais por adoração ao regime comunista. E isso fez especialmente os jovens darem-se conta do que acontecerá no futuro. E os protestos no país recomeçaram.

Neste livro, Wong relata como fundou um dos movimentos pró-democráticos em Hong Kong, o período que passou na prisão de como um dos primeiros presos políticos da cidade, todo o trabalho político em torno de mudanças que estão ainda longe de acontecer e a necessidade de abrir os olhos, não apenas dos chineses de Hong Kong, mas de todo mundo para a grande ameaça que cresce no território chinês.

Indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 2018, por seus esforços políticos na luta pela liberdade, o jovem já foi nomeado pela Times, Forbes e Fortune como um dos mais notáveis líderes no mundo. Uma voz lutando pela liberdade, que tem ecoado todo o planeta. 

Fique de olho aqui no Dinastia para acompanhar as aventuras de Jack Sullivan e seus amigos!

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