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Dinastia Christmas | O natal de Harry Potter

Para muitas pessoas o natal significa família e para J.K. Rowling não é diferente. Mas como tornar o natal um feriado de família quando se trata de um órfão não aceito pelos tios?

Em seu primeiro natal em Hogwarts, Harry passou por importantes situações que afetariam o desenrolar de sua história. Para começar, além de ganhar uma moeda de seus tios, ele recebeu a capa de invisibilidade que era de ninguém menos que Tiago Potter, seu falecido pai, que foi o que o levou até o espelho de Ojesed, onde pôde ver seus pais pela primeira vez; este fato certamente contribuiu para que, em seu sétimo ano, sua relíquia da morte preferida fosse a pedra da ressurreição, já que ela tornava real, mesmo que superficialmente, aquela visão: o desejo mais profundo do seu coração. Harry passou o primeiro natal com sua família, além de iniciar um ciclo, tendo ao seu lado Rony e Hermione.

Já em seu segundo ano, a escola enfrentava a ameaça de um monstro libertado pelo herdeiro de Salazar Slytherin e o que o natal tem a ver com isso? Bom, no natal daquele ano, Harry estava fazendo nada menos do que tomar a poção polissuco pela primeira vez, além de invadir o salão comunal da sonserina para ter a certeza de que Draco Malfoy era o herdeiro de Salazar. Ou seja, foi no natal desse ano que o trio experimentou pela primeira vez com sucesso (menos pela Hermione) algo que seria extremamente importante em seus planos futuros e, mais uma vez, Rony e Hermione estavam lá.

O aparecimento de Sirius Black na história fez toda a diferença na vida do bruxinho e, como seu padrinho, ele não podia deixar o natal passar em branco, não é mesmo? Mesmo foragido, o maroto mandou nada menos do que uma Firebolt para seu afilhado, a Ferrari das vassouras daquele ano. Outro presente importante veio dos gêmeos, que lhe deram o mapa do maroto (eu queria ganhar presentes de natal todo ano como o harry ganhou no 3º ano).

Em seu 4º ano em Hogwarts houve o Torneio Tribruxo, cujo propósito principal, como dito por Dumbledore em seu discurso após a morte de Cedrico, era a confraternização (coisa nada natalina, não?) no qual no dia de natal se teve o Baile de Inverno, que foi bom apenas para nossa querida Hermione (para compensar o fiasco do 2º ano? talvez, rs).

Sobre o natal do 5º ano, é quando as coisas começam a complicar. O Lorde das Trevas ressurgiu e, no rolo todo, Arthur Weasley foi parar no hospital dos bruxos, o St. Mungus, e durante a visita o trio reencontra Gilderoy Lockhart e também Neville Longbottom, visitando seus pais, Franco e Alice, que moram no hospital devido as sequelas deixadas pelas torturas de Belatriz Lestrange e outros comensais. É uma cena muito forte e emocionante.

Foi no natal também que Harry demonstrou total lealdade à Alvo Dumbledore ao declarar, perante o então ministro da magia, Rufo Scrimgeour, que era por inteiro um homem de Dumbledore, que foi visitá-lo na Toca para conseguir seu apoio em seu sexto ano.

E então chegamos nela, a véspera de natal do ano de 1997. Harry está com Hermione em Godric’s Hollow e vai visitar o túmulo de seus pais. “Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte”. De novo ele estava com seus pais, mas faltava alguém. Após um longo período, Hermione Granger disse o nome de Rony, que mais tarde, disse tê-la ouvido chamá-lo pelo desiluminador, o que o fez voltar para perto de seus amigos.

Harry, mesmo órfão, sempre esteve com sua família durante esse feriado, um fato curioso é que, em 1991 ele ganhara uma relíquia da morte, mas no natal de 1997 ele ainda não sabia o que eram as relíquias da morte, e só veio a saber 4 dias depois, ao visitar Xenofílio Lovegood, fato que magnificamente se conecta com outro, mesmo com seu jeito rude, os Dursley enviaram presentes ao sobrinho, uma moeda (como dito anteriormente), também um papel absorvente em outro natal e um palito: um círculo, um triângulo e um risco, que juntos formam o símbolo das relíquias da morte, incrível, não?

Antes de terminar o post, eu gostaria de agradecer ao meu amigo Ari de Mello Schwind, pela ajuda com os fatos e por ser a única pessoa viva além da J.K. Rowling que sabe tudo sobre a saga e ter liberado partes do material incrível pra me ajudar a escrever essa matéria.

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Nathalia Miranda
Leonina, aspirante à desenhista, que ama Just Dance, League of Legends, Overwatch e outros games. Apaixonada por felinos. Ama ler e escrever histórias de fantasia. Co-fundadora de um rpg de Harry Potter (Hogwarts Attalea) que existe há 4 anos. Muito Sonserina sim, mas com aquela boa dose de Corvinal. E o mais importante de tudo, uma fada.