Crítica | Sobrenatural – A Última Chave

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Os filmes de terror estão, cada vez mais, tentando mudar suas histórias afim de despertar a atenção do público e não cair na mesmice. O quarto filme da franquia Sobrenatural consegue manter a essência que deu certo, mas também surpreender o espectador quando tudo parece muito óbvio.

Sobrenatural – A Última Chave traz mais uma vez como protagonista a Dra. Elise Rainier, vivida brilhantemente por Lin Shaye. A história nos mostra a infância de Elise e como ela teve de lidar com seu dom de conversar com os espíritos e atravessar a barreira da nossa dimensão, podendo interagir com o Além.

Elise cresceu numa casa no estado do Novo México, com seus pais e irmão, mas o principal ponto a se destacar nesta relação é o comportamento do pai. Militar, brutamonte e extremamente autoritário como chefe da sua família, repugnava toda e qualquer ação médium que Elise exercia, punindo a então garota com cintadas e castigos de solidão no porão da casa.

Durante uma das punições, a pequena Elise encontra uma misteriosa porta vermelha (para quem já viu os outros filmes da saga, eis a referência). Através da porta, a médium é possuída por um espírito maligno, que tem por único objetivo a possessão para repasse do mal ao nosso mundo.

Além da infância marcada pelos castigos de seu pai, Elise tem um outro baque motivado por ela mesmo: a morte da mãe pelas suas mãos, durante a possessão do demônio da porta. Quem imaginaria que Elise, a personagem mais forte de toda a saga, teve um começo de vida tão chocante?

Em resumo, o propósito do filme é nos contar mais sobre a personagem de Lin Shaye, que já vimos em muitos outros perrengues durante os três filmes anteriores, mas desta vez ela é o principal alvo da alma maligna. Durante um dia comum com seus parceiros de trabalho, Tucker e Specs, Elise é surpreendida por um chamado de socorro acerca da aparição de vozes e situações sobrenaturais do atual morador de sua casa de infância. Relutante a princípio, a médium supera barreiras e o passado conturbado para ir ao encontro mais uma vez de um duelo contra o mal.

Não vou contar sobre os sustos daqui pra frente, afinal esta é a graça dos filmes de terror certo? O que posso garantir é que Sobrenatural – A Última Chave, trabalha com pontos que muito me surpreenderam, como a relação familiar de Elise influenciando em seu trabalho atual, assim como por momentos que temos a genial sacada entre o sobrenatural x real, afinal há fatos reais que podem ser muito mais tenebrosos do que uma assombração, certo?

Para quem ainda não conhece a saga Sobrenatural, recomendo que assista ao menos o primeiro filme antes de partir para A Última Chave, já que o final proporciona uma bela referência aos fãs das aventuras sobrenaturais de Elise Rainier.

Os filmes de terror estão, cada vez mais, tentando mudar suas histórias afim de despertar a atenção do público e não cair na mesmice. O quarto filme da franquia Sobrenatural consegue manter a essência que deu certo, mas também surpreender o espectador quando tudo parece muito óbvio. Sobrenatural – A Última Chave traz mais uma vez como protagonista a Dra. Elise Rainier, vivida brilhantemente por Lin Shaye. A história nos mostra a infância de Elise e como ela teve de lidar com seu dom de conversar com os espíritos e atravessar a barreira da nossa dimensão, podendo interagir com o…
Neste quarto filme da franquia Sobrenatural, a doutora Elise Rainier (Lin Shaye) é chamada para resolver o caso de uma assombração no Novo México, localizada justamente na casa em que ela passou a infância.

Sobrenatural - A Última Chave

Direção
Atuação
Montagem
Trilha Sonora
Roteiro

ESPADAS

Neste quarto filme da franquia Sobrenatural, a doutora Elise Rainier (Lin Shaye) é chamada para resolver o caso de uma assombração no Novo México, localizada justamente na casa em que ela passou a infância.

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