Crítica | Bright

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Sempre crio grandes expectativas para filmes que são muito divulgados e especulados, com Bright não foi diferente. A Netflix criou uma atmosfera tão encantada em torno dessa nova trama estrelada por Will Smith que dia 22 de dezembro parecia não querer chegar nunca.

A história criada por Max Landis e dirigida por David Ayer se passa em uma Los Angeles alternativa, onde humanos e criaturas como orcs, elfos e fadas convivem em harmonia – ou tanta harmonia quanto possível para criaturas tão diferentes.

O filme começa com uma série de cenas de ambientação, para deixar bem claro para o espectador o tempo (dias atuais) e o espaço (LA) onde a história se passa, além disso a situação social abordada já fica bem clara nos primeiros minutos.

A história tem inicio com o primeiro dia de trabalho de Daryl Ward (Will Smith) após o período de recuperação pelo qual ele precisou passar depois de ter levado um tiro. Ward é um policial que foi obrigado a ter como parceiro Nick Jacoby (Joel Edgerton), um Orc sem clã renegado por sua própria espécie e mal visto por todas as outras.

Logo de cara fica bem claro que toda a força policial é contra Nick, o único policial Orc de LA. A raça é odiada por toda a sociedade devido ao seu passado ligado ao Senhor das Trevas que assombrou a Terra em um tempo antigo mas nunca esquecido.

Ao fim do primeiro dia de trabalho, Ward e Jacoby vão atender a um chamado em um bairro afastado e ao chegar lá acabam se deparando com mortes causadas pelo uso de magia. Dentre os vários corpos carbonizados há uma sobrevivente, uma elfa que possui o artefato mágico mais poderoso da existência: uma varinha.

Logo os personagens começam a ser perseguidos por diversas raças que querem o poder da varinha para si. A missão dos policiais é proteger a elfa Tikka (Lucy Fry) e não deixar que os Inferni (clã de elfos do mal que querem trazem o Senhor das Trevas de volta a vida) peguem a varinha.

Um dos principais pontos tratados no filme é o preconceito racial, abuso de força policial e corrupção.

A historia deixou a desejar em alguns pontos pouco explorados, faltou aquele remember com quê de sonho para explicar quem (ou o que) era o senhor das Trevas, porquê a líder dos Inferni tinha uma varinha? Também não ficou claro quem são os Brights e porque são temidos, além disso aparece um mago meio doido bem no começo que depois some sem maiores explicações. Boatos de que tudo isso será esmiuçado em próximos longas.

A trilha sonora é impecável, combinou perfeitamente com o filme e uma salva de palmas especial para os efeitos de maquiagem e figurino.

Minhas expectativas foram superadas de certa forma, a história é realmente inusitada e universo promissor. Todas as questões em aberto só me deixaram mais ansiosa para o próximo filme.

Sempre crio grandes expectativas para filmes que são muito divulgados e especulados, com Bright não foi diferente. A Netflix criou uma atmosfera tão encantada em torno dessa nova trama estrelada por Will Smith que dia 22 de dezembro parecia não querer chegar nunca. A história criada por Max Landis e dirigida por David Ayer se passa em uma Los Angeles alternativa, onde humanos e criaturas como orcs, elfos e fadas convivem em harmonia – ou tanta harmonia quanto possível para criaturas tão diferentes. O filme começa com uma série de cenas de ambientação, para deixar bem claro para o espectador…
Direção: David Ayer Roteiro: Max Landis Produção: Netflix Elenco: Will Smith, Joel Edgerton, Noomi Rapace, Lucy Fry Duração: 1h 57min 2017

Bright

Direção
Roteiro
Figurino
Trilha sonora
Efeitos especiais

ESPADAS

Direção: David Ayer Roteiro: Max Landis Produção: Netflix Elenco: Will Smith, Joel Edgerton, Noomi Rapace, Lucy Fry Duração: 1h 57min 2017

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