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BGS 2018 | Nossas Experiências

Após uma série de dias de cobertura intensa nos pavilhões do Expo Center Norte, é tempo de refletir sobre o que passou. Quais foram as experiências que a BGS 2018 nos proporcionou?

Brasil Game Show 2018

Primeiro de tudo, o evento se consolida a cada edição como o maior da América Latina e quem sabe, um dos maiores do mundo, no segmento de games. Desde a grandiosidade dos estandes, variedade de participantes, público e convidados, a BGS só melhora a cada ano, corrigindo pontos que falharam, trazendo novidades que foram pedidas, e abrindo portas para possibilidades cada vez maiores ao evento.

Turma da Mônica e a Guarda dos Coelhos

Garanto para vocês que a experiência para qualquer visitante da edição de 2018 foi no mínimo satisfatória. Seja o visitante gamer ou não, possibilidades não faltavam. Consoles, PCs ou até mesmo Escape Rooms, do 4k ao retrô, do arcade ao VR, todos os públicos tinham seu espaço dedicado no Center Norte.

Em 3 dias de evento que estive presente, vi de crianças de 3 anos a idosos de 70 jogarem no mínimo uma partidinha de algum jogo disponível nos pavilhões.

Além dos games, grandes astros do evento, as ativações proporcionadas pelos estandes não ficavam para trás. Competições de arco e flecha, roleta de prêmios, a voz mais resistente e muito mais estavam presentes nos espaços das centenas de marcas que ali estavam.

Lego DC Super Villains

Falando em estandes, destaco também a organização do evento com a disposição das atrações. Mapas bem explicativos estavam espalhados por todo pavilhão, assim como as atrações estavam bem identificadas e dispostas de forma ao visitante saber bem os caminhos que iria trilhar.

Fora as dificuldades de organização e atraso para entrada no primeiro dia de evento voltado para imprensa e convidados, o fluxo de entrada e acesso aos pavilhões era bem orientado pelas equipes de staff espalhadas pelos acessos, desde o estacionamento até as catracas de entrada.

Os jogos indies tinham seu espaço aconchegante dedicado, as grandes marcas de console estavam unidas, os locais de venda de artigos gamers e geeks muito bem distribuídos e a praça de alimentação com diversas opções era bem espaçosa e de fácil acesso.

Avenida Indie

Algo que me encantou demais nessa BGS foram os convidados. Todos de extrema simpatia com o fãs e extremamente acessíveis. O espaço para Meet & Greet da Intel era bem localizado e organizado, dispondo de informações claras sobre os convidados que ali estariam, dispostos gratuitamente a uma foto e um autógrafo para os participantes.

Daniel Pesina, Hirabayashi e Shota Nakama foram alguns dos convidados icônicos que por ali passaram e tiveram a demonstração de paixão dos fãs brasileiros cada vez mais reforçada. Era nítido no olhar de cada um deles que era um prazer estar ali, e compartilhar carinho e atenção com fãs que admiram o trabalho deles.

Shota Nakama, produtor musical de games

Falando em atenção e carinho, deixo aqui meus imensos parabéns a todo time da BGS que deu a oportunidade para cadeirantes e deficientes como integrantes da equipe da apoio do evento. Todos de uma simpatia e educação, nos cumprimentaram desde a entrada do evento até o acesso a sala de imprensa e movimentação pelos corredores.

No mais, eu só tenho a agradecer a Brasil Game Show por todo evento organizado com maestria, que tem suas oportunidades como todo evento, mas que soube aprender com seus erros, e se consolidar cada vez mais como um dos maiores eventos geeks do ano. Obrigado e até a próxima edição!

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Raphael Riveiro
Idealizador do Dinastia Geek, fanático por séries e games, engatinhando no mundo das HQs. Harry Potter, o universo Tolkien, Liga da Justiça e Tim Burton são o melhor do maravilhoso universo nerd/geek!