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Antirracismo: 40 livros para refletir sobre a luta e apoiá-la

Após o caso do adolescente João Pedro, no Rio de Janeiro, e de George Floyd, nos Estados Unidos, ambos mortos pela polícia, a luta antirracista se tornou um dos assuntos mais debatidos dos últimos dias — mesmo sendo uma pauta há muito discutida por especialistas, intelectuais e ativistas políticos — e precisa do nosso apoio. Seja na ficção ou no ensaio, a literatura é uma excelente ferramenta de estudo para que, assim como Djamila sugere, possamos estruturar esses questionamentos, contribuir para o debate e construir uma bagagem intelectual que fortaleça nosso entendimento e a imprescindível luta contra o racismo.

Assim, nesta publicação, idealizada por nossa parceira Cia das Letras, trazemos quarenta livros que tratam de raça através de experiências reais, análises históricas ou narrativas sobre amor, amizade e resistência.

Ficção

1. A marca humana, de Philip Roth (Companhia das Letras, 2002)

2. A vida secreta das abelhas, de Sue Monk Kidd (Paralela, 2014)

3. Absalão, absalão, de William Faulkner (Companhia das Letras, 2019)

4. Amoras, de Emicida (Companhia das Letrinhas, 2018)

5. Aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain (Clássicos Zahar, 2019)

6. Da minha janela, de Otávio Júnior (Companhia das Letrinhas, 2019)

7. Desonra, de J. M. Coetzee (Companhia das Letras, 2000)

8. Doze anos de escravidão, de Solomon Northup (Penguin, 2014)

9. Histórias da preta, de Heloisa Pires Lima (Companhia das Letrinhas, 1998)

10. Luanda, Lisboa, Paraíso, Djaimilia Pereira de Almeida (Companhia das Letras, 2019)

11. Marrom e amarelo, de Paulo Scott (Alfaguara, 2019)

12. Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis (Penguin, 2014)

13. O menino negro, de Camara Laye (Seguinte, 2013)

14. O olho mais azul, de Toni Morrison (Companhia das Letras, 2019)

15. O sol na cabeça, de Geovani Martins (Companhia das Letras, 2018) 

16. O som e a fúria, de William Faulkner (Companhia das Letras, 2017)

17. Recordações do Escrivão Isaías Caminha, de Lima Barreto (Penguin, 2010)

18. Redemoinho em dia quente, de Jarid Arraes (Alfaguara, 2019)

19. Se a rua Beale falasse, de James Baldwin (Companhia das Letras, 2019)

20. Úrsula, de Maria Firmina dos Reis (Penguin, 2018)

Não Ficção

21. A autobiografia de Martin Luther King, de Clayborne Carson (Zahar, 2014)

22. A cor da liberdade: os anos de presidência, de Nelson Mandela e Mandla Langa (Zahar, 2018)

23. Dicionário da escravidão e liberdade, de Lilia Moritz Schwarcz e Flávio Gomes (Orgs.) (Companhia das Letras, 2018)

24. Entre o mundo e eu, de Ta-Nehisi Coates (Objetiva, 2015)

25. Malcolm X, de Manning Marable (Companhia das Letras, 2013)

26. Mandela: o africano de todas as cores, de Alain Serres e Zaü (Zahar, 2013)

27. Martin e Rosa: Martin Luther King e Rosa Parks, unidos pela igualdade, de Raphaële Frier e Zaü (Biografia, Pequena Zahar, 2014)

28. Minha história, de Michelle Obama (Objetiva, 2018)

29. Na minha pele, de Lázaro Ramos (Objetiva, 2017)

30. Negros estrangeiros: os escravos libertos e sua volta à África, de Manuela Carneiro da Cunha (Companhia das Letras, 2012)

31. Nem preto nem branco, muito pelo contrário, de Lilia Moritz Schwarcz (Claro Enigma, 2013)

32. O alufá Rufino, de João José Reis, Flávio dos Santos Gomes e Marcus J. de Carvalho (Companhia das Letras, 2010)

33. O jogo da dissimulação, de Wlamyra R. de Albuquerque (Companhia das Letras, 2009)

34. O perigo de uma história única, de Chimamanda Ngozi Adichie (Companhia das Letras, 2019)

35. Pequeno manual antirracista, de Djamila Ribeiro (Companhia das Letras, 2019)

36. Que é abolicionismo?, de Joaquim Nabuco (Penguin, 2011)

37. Rebelião escrava no Brasil, de João José Reis (Companhia das Letras, 2003)

38. Retrato em branco e negro, de Lilia Moritz Schwarcz (Companhia das Letras, 2017)

Música e Poesia

39. Não pararei de gritar: poemas reunidos, de Carlos de Assumpção (Poesia, Companhia das Letras, 2020)

40. Sobrevivendo no inferno, de Racionais MC’s (Companhia das Letras, 2018) 

Reconhecer o racismo é a melhor forma de combatê-lo. […] O autoquestionamento — fazer perguntas, entender seu lugar e duvidar do que parece ‘natural’ — é a primeira medida para evitar reproduzir esse tipo de violência, que privilegia uns e oprime outros.

Djamila Ribeiro em Pequeno manual antirracista
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